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Greve

Os trabalhadores da Administração Pública cumprem, esta sexta-feira, uma greve convocada pela Federação Nacional de Sindicatos Independentes da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (Fesinap), em protesto contra o pacote laboral apresentado pelo Governo. A paralisação deverá ter maior impacto nos setores da educação e da saúde.

A Greve Nacional da Administração Pública iniciou-se com forte impacto nos serviços municipais, especialmente nos setores de recolha de resíduos e higiene urbana. A paralisação começou a sentir-se logo nas primeiras horas da noite de ontem, quinta-feira, com encerramento dos serviços de recolha em concelhos como Loures, Moita, Palmela e Seixal.

A Associação Sindical de Chefias do Corpo da Guarda Prisional (ASCCGP) convocou uma greve para o dia 17 de julho, em protesto contra a desorganização dos serviços e a ausência de um novo estatuto profissional.

O Primeiro-Ministro Luís Montenegro defendeu, na última terça-feira, uma revisão da Lei da Greve, no sentido de garantir maior proporcionalidade entre o direito à greve e os direitos dos restantes trabalhadores, como o direito ao trabalho, à mobilidade, aos cuidados de saúde e ao acesso a serviços públicos.

Em comunicado, a Comboios de Portugal (CP) alerta que, por motivo de greve convocada pelo Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante (SFRCI) preveem-se ” fortes perturbações no dia 28 de abril”, com impacto também no dia 29.

Os trabalhadores da unidade de Rio Maior da NOBRE Alimentação voltam a paralisar na próxima segunda-feira, dia 3 de março, durante todo o dia.

Os trabalhadores dos CTT do Centro de Distribuição Postal do Cartaxo iniciaram, na última segunda-feira, dia 4 de novembro, uma greve que se estenderá até ao próximo dia 15.

Está agendada, para hoje, uma greve da Função Pública convocada pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais.

A Unidade de Rio Maior, da empresa NOBRE Alimentação, volta a paralisar, esta sexta-feira, durante todo o dia.

Em comunicado, a Federação Nacional dos Médicos (FNAM) veio informar que a greve ao trabalho nos cuidados de saúde primários foi prolongada até 31 de dezembro, devido à “total ausência de soluções por parte do Ministério da Saúde”.